Convidados vão de helicóptero testar o A6

Um trajeto de 1,5 quilômetro de asfalto novinho no Trecho Sul do Rodoanel virou, na última semana, uma espécie de autódromo. O objetivo foi possibilitar a convidados da Audi testar o mais novo lançamento da marca no país, o sedã A6, em provas de aceleração, slalom e teste do sistema ABS (antitravamento) dos freios.

Tudo orientado por pilotos da Stock Car, maior categoria do automobilismo brasileiro, como Giuliano Losacco e Beto Gresse. Não bastasse toda a emoção de acelerar o modelo em uma pista fechada, com toda a segurança e sem radares de velocidade, os convidados eram recebidos de uma forma pra lá de original. Para começar, eles se reuniam na clínica de golfe Onne Unigolf, em Pinheiros.
De lá os grupos – dos quais a reportagem de Interpress Motor fez parte – eram levados para um helicóptero (havia três à disposição) que os transportavam da zona oeste de São Paulo até a cidade de Mauá, na Grande São Paulo. Além do prazer de ver a cidade do alto, não há nada mais gratificante do que fazer o trajeto entre a zona oeste e Mauá em apenas 15 minutos...

Conosco no helicóptero estava o presidente da Audi Brasil, Paulo Kakinoff, que pouco antes havia explicado o tripé em que a marca se apoia em sua nova fase no país: sofisticação, inovação tecnológica e performance. "A Audi é hoje a antítese do fenômeno do veículo militar. Hoje é um desconforto andar com carrões que fazem um quilômetro por litro", afirmou Kakinoff. Ou seja, o bom desempenho é alcançado com um motor potente sim, mas com eficiência que demonstre respeito ao meio ambiente – para se ter uma ideia, o A6 pesa apenas 1.700 kg, extremamente leve para seu segmento.



Nas voltas que demos na pista de "asfalto perfeito" preparada pela Audi, foi possível testar em toda a plenitude o motor 3.0 TFSI V6 (seis cilindros em "V") de 290 cv (cavalos) e câmbio Tiptronic de seis velocidades, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos (a velocidade máxima é limitada em 250 km/h). "A ideia é mostrar a tecnologia do conjunto", observa o executivo.

Para tornar a brincadeira mais interessante, os convidados disputavam entre si quem fazia a melhor aceleração de 0 a 100 km/h e o slalom no menor tempo possível. Entre as regras, devidamente fiscalizadas pelos pilotos, estava utilizar o câmbio sequencial com trocas por borboletas no volante.

Era uma forma, digamos, de dificultar a prova e reconhecer o mérito dos que têm maior sensibilidade para saber a hora certa de trocar as marchas. "Se deixássemos no modo automático, os tempos ficariam muito próximos", diz Kakinoff, atestando a eficiência da transmissão.

O vencedor de cada etapa (foram três dias de provas, com uma turma de manhã e outra à tarde) ganhou um celular Sony Ericsson Xperia X1 prata, que não está à venda no Brasil. A Audi não divulgou as cifras da ação de marketing. Percebe-se, no entanto, que a marca alemã não pretende economizar em criatividade para causar impacto com iniciativas como essa.

fonte no uol carros

Novo Kia Cerato será lançado dia 25





A partir do dia 22 de Agosto chegam às concessionárias da Kia Motors no Brasil as primeiras unidades da nova geração do Cerato. O sedan será disponibilizado em três versões: duas com câmbio manual e uma automática, todas equipadas com motor 1.6 de 126 cavalos de potência.

A primeira conta com câmbio manual, direção hidráulica, travamento central, vidros e retrovisores com comando elétrico, airbag duplo, computador de bordo, rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio com MP3, conexão para iPod e USB, controle de som no volante, keyless com alarme e ar-condicionado manual ao preço de R$ 49.900.

A versão intermediária, com câmbio manual, traz rodas de liga leve 16 polegadas, faróis de neblina, freio a disco com sistema ABS nas quatro rodas, ar condicionado automático, volante e alavanca de câmbio revestidos em couro, por R$ 52.900. E o modelo equipado com transmissão automática, top de linha, sairá por R$ 57.900.

Fonte: Blog sempre On

(31-07-09) - O WebMotors rodou com o novo Honda City por cerca de 50 km na região de Indaiatuba, interior de São Paulo. O carro foi lançado na semana passada, como adiantou o WebMotors.

Ao contrário do que se imaginava, o City é um modelo inferior, no acabamento, ao Honda Fit, ficando também bem longe do Civic. Mesmo assim, o valor da versão intermediária fica bem próximo do preço de ambos. Mas os planos da Honda para o City são ambiciosos. A partir deste ano, a Honda pretende atingir 91 localidades, bem superior às 42 que comercializavam o automóvel até dois anos atrás. A planta de Sumaré, interior de São Paulo, por exemplo, exportará para os mercado argentinos e mexicanos.

Rodamos com o City nas versões LX automático (R$ 60,01 mil), EX manual (R$ 61,65 mil) e ELX automático (R$ 71.095). Nos três casos a potência é a mesma: 115 cv a 6.000 rpm (gasolina) e 116 cv a 6.000 rpm (álcool), com torque de 145 Nm a 4.800 rpm (álcool ou gasolina).

Apesar de ter a mesma largura do Fit 1,70 m, o City tem um interior menos ergonômico. Mesmo com o banco regulado na altura mais baixa, a cabeça do motorista de 1,80 m fica a menos de um palmo do teto. O volante que conta com regulagem de altura e profundidade, pode ser ajustado facilmente. A visibilidade é favorecida, graças à boa área envidraçada e a posição de condução. Por ser equipado com direção elétrica, o sedã oferece volante bem leve e ao mesmo tempo seguro quando a velocidade é superior.

O acabamento é espartano e é possível encontrar rebarbas no acabamento do console e do som integrado, mesmo na versão topo, o City escorrega um pouco. A diferença é que na ELX o banco tem revestimento em couro, gerando um requinte mais elevado diante dos modelos intermediários.

Para os ocupantes do banco traseiro o espaço é suficiente, ficaria melhor se o mesmo sistema ULT (Utility, Long e Tall) do Fit fosse aplicado. Além de contar com o vão do escapamento, faltando um assoalho plano, a Honda optou em colocar um guarda-volume embaixo do banco traseiro. Um pouco sem sentido, principalmente porque o espaço não funciona como uma gaveta. Outro empecilho é que você não tem a possibilidade de acessar o espaço levantando os bancos.

O porta-malas de 506 l tem fácil acesso, porém conta com o sistema pescoço de ganso. Outro ponto falho no compartimento de carga é que o estepe de serviço é separado por uma tampa de compensado. A abertura pode ser feita internamente por um botão colocado no assoalho, ao lado do banco do motorista.

Em todas as versões, o City apresentou um ruído elevado proveniente do propulsor, detalhe que ao mesmo tempo gera uma conotação esportiva. A suspensão, composta por McPherson na dianteira e barra de torção na traseira, é firme, lembrando muito a reação dos carros compactos mais esportivos da Honda. Esta sensação ficou mais evidente nas versões EX e EXL, ambas equipadas com pneus 185/55 de aro 16”.
O desempenho do City é bom para um carro equipado com motor 1,5-litro. A versão manual oferece uma relação peso/potência de 9,6 kg/cv. Já a automática apresenta 9,8 kg/cv. Estruturalmente o carro está bem equilibrado, a uma velocidade de 120 km/h o automóvel se demonstrou estável e seguro. O câmbio automático de cinco velocidades ficou bem ajustado, oferece trocas rápidas sem perder a potência. Neste ponto, o City se saiu superior ao Fit. A versão topo é a única equipada com Paddle-Shift que permite trocas de marcha manuais com o acionamento de alavancas localizadas no volante.

A transmissão manual conta com manopla parecida com a usada pela Volkswagen, mas o seu escalonamento é um pouco mais longo. Mesmo sendo bem ajustada e precisa, o tempo de troca é maior. A embreagem é firme e oferece segurança nos engates, o motor entra em ação rapidamente, evitando que o City “morra” na largada, como ocorre com alguns propulsores de 16 válvulas. Aí está o pulo do gato do City, seu motor conta com a tecnologia i-VTEC Flex (Controle Eletrônico Variável de Sincronização e Abertura de Válvulas). O sistema é bem perceptível, tanto que chega a remeter a abertura de um segundo estágio. A vantagem é que o sistema varia tanto o tempo quanto a profundidade de abertura das válvulas para máxima eficiência em diferentes regimes de marcha.

Gols pros e gols contra

Apesar de ter valor “salgado” perante aos concorrentes, o City oferece de série sistema de som com rádio, ar-condicionado digital (versões EX e EXL), e, manual, na LX e airbag frontal duplo (motorista e passageiro). Mas o ABS e EBD não estão presentes nas versões de entrada. Outro pênalti nos veículos LX é o sistema a tambor nas rodas traseiras.

Com o valor equivalente do Honda City topo de linha - R$ 71.095 (EXL AT) - dá para comprar modelos superiores, tanto em tamanho como em motor. O exemplo está nos testes elaborados pelo WebMotors: Comparativo entre sedas ou Fiat Linea Dualogic enfrenta Fiat Línea T-Jet

Outro concorrente do sedã da Honda é o Volkswagen Polo Sedan I-Motion, um carro já consagrado no mercado por sua confiabilidade, que chega agora com câmbio robotizado. O valor sugerido para a versão topo deste sedã da VW é de R$ 53.815.

yahoo.com.br





Segundo uma fonte ligada a Volkswagen, o próximo laçamento da marca já tem data. A nova geração da picape Saveiro chega ao mercado na segunda quinzena de agosto.


A nova Saveiro, baseada na quinta geração do Gol, mudará completamente, inclusive o nome. Um comunicado enviado em junho pelo Sindicato dos Metalúrgicos sobre a contratação de novos funcionários deixou escapar que o motivo era o aumento da produção de novos modelos na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), como a nova Saveiro, que receberá o nome de Arena.

A próxima geração da picape poderá vir equipada apenas com motor 1.6 Flex e deve contar com versões de cabine simples e estendida.

Até o final do ano a Volkswagen deve lançar mais seis novos modelos.

Leia mais notícias de Carro no gp1 carros

Montadoras chinesas instalam fábricas no Brasil




“Aqui o empregado começa com cinco dias de férias por ano. Se ele tem de ir ao médico neste período, ele desconta desses cinco dias"

Investir na construção de uma fábrica em um país que possui 7,4 habitantes por veículo em circulação – que é o caso do Brasil – significa um negócio próspero. Como comparação, nos Estados Unidos há um carro para cada 1,2 habitante. Na vizinha Argentina, há um carro para 4,8 habitantes.

É esse imenso potencial que atrai montadoras do mundo todo ao mercado automotivo brasileiro, inclusive as chinesas. E não é de se espantar que quatro grandes montadoras daquele país já sondem os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Amazonas em busca de incentivos fiscais para instalar fábricas.

Por enquanto, a única com investimento confirmado é a Chery, que já começa a importar do Uruguai o modelo Tiggo para firmar a marca no mercado nacional. São oportunidades para os dois países. O presidente da Câmara de Comércio Brasil e China (CCIBC), Charles Tang, afirma que há dois anos a câmara trabalha na intermediação das negociações. Segundo ele, os estados com mais vantagem para receber a fábrica da Chery são Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco.


Por trás do negócio está a parceria com o JLJ Grupo, da área de alimentação escolar, prova de que o horizonte do mercado automotivo brasileiro tem despertado interesse de empresas em outros setores. A outra montadora que ensaia desembarcar definitivamente na Zona Franca de Manaus é a Effa Motors. A empresa do uruguaio Eduardo Effa representa a chinesa Changhe e já vende modelos da marca no país. Segundo o empresário, além da ajuda fiscal, a região é vista como um ponto estratégico de logística dos caminhões-cegonha, que fazem a distribuição dos veículos.

Apesar do plano, a instalação da unidade ainda não foi confirmada. Apesar de Charles Tang não revelar quem são as outras empresas interessadas no país, já se fala no setor desde o início do ano de se tratar da BYD Auto e da JAC Motors (Anhui Jianghuai Automobile). Por trás dos projetos, está também o bilionário empresário brasileiro Eike Batista, que atua principalmente no setor de petróleo e mineração. A BYD começou em 1995 com uma pequena unidade na província de Shenzhen, que possuía 30 funcionários para a fabricação de baterias.

Em 2003, já era a segunda maior produtora de baterias recarregáveis do mundo. Assim, decidiu investir no desenvolvimento de veículos híbridos e comprou a montadora Tsinchuan Automobile Company. Seu modelo de maior destaque é o híbrido F3DM. Para 2011, a empresa afirma que reserva o lançamento do primeiro carro elétrico da marca, o E6. A JAC foi fundada em setembro de 1999 e produz de automóveis compactos a caminhões.

Entre os produtos que podem chamar a atenção no mercado nacional estão o monovolume A137, ao estilo do Honda Fit, e o utilitário esportivo Rein, na linha do Hyundai Santa Fé. Dificuldades Trazer uma marca para o Brasil não é tarefa tão fácil. Por isso, empresários brasileiros atuam nos bastidores em defesa das montadoras asiáticas. Com a visão oriental de negócios, o presidente da Câmara de Comércio Brasil e China critica a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) brasileira, que “fomenta a informalidade” devido aos encargos que incidem sobre os contratos.


Além disso, Tang compara também a cobrança de impostos. “Os encargos sociais brasileiros representam 58% do salário de um trabalhador, já os impostos equivalem a 40% do PIB. Na China eles representam apenas 17,5%. Além disso, os juros na China são baixos e o câmbio é favorável à exportação”, explica. “Por enfrentar isso, acho que os empresários brasileiros estão entre os melhores do mundo.” Nesta balança comercial, o que o Brasil tem exportado é know how.

Foi o que levou o brasileiro Gerson Pagnotta assumir o cargo de diretor de engenharia de manufatura na General Motors Shanghai. Seu trabalho é desenvolver em conjunto com a matriz de Detroit a área de manufatura na unidade chinesa. Além da dificuldade da língua – Pagnotta sempre é acompanhado na fábrica por um tradutor — e de se adaptar à comida, o executivo precisa conciliar sua visão de trabalho com a cultura local. “As áreas de foco são diferentes, porque a base de lógica segue fator diferente. Então, precisamos ter muita flexibilidade para conseguir passar a mensagem que queremos”, explica Pagnotta. “Por ser estrangeiro, eles esperam que você seja uma pessoa que ajude. Sabem que temos mais experiência e eles querem que sejamos uma espécie de tutor. Eles prezam muito o trabalho em grupo, no ocidente a postura é mais individualista”, descreve o diretor.

Com nove anos de experiência na China, o gerente de engenharia de manufatura da General Motors Shanghai, Osni Caniato, também foi aplicar no país o que desenvolveu no Brasil. Segundo ele, a visão do trabalhador na China é muito diferente. “Ele precisa de um guia, um líder, para dizer o que fazer.

A partir do momento que ele sabe o que fazer, ele procura executar o serviço da melhor forma possível”, diz o gerente. Caniato – que se impressiona com a segurança e a qualidade de vida de Xangai – ainda estranha as diferenças trabalhistas, assunto polêmico pela visão ocidental. Segundo ele, a lei trabalhista chinesa permite a redução salarial em caso de mudança de função, por exemplo. O número de folgas também é bem diferente em relação ao mundo ocidental. “Aqui o empregado começa com cinco dias de férias por ano. Se ele tem de ir ao médico neste período, ele desconta desses cinco dias.

O máximo que a pessoa consegue de férias é 15 dias por ano”, explica Caniato. A exemplo desses dois executivos, empresas como Volkswagen, Ford, Toyota, entre outras, também contam com a experiência de brasileiros em fábricas chinesas. Afinal, o Brasil já é considerado um pólo de engenharia automobilística. Tanto é que o carro chinês movido a etanol não está tão longe de se tornar real. De acordo com o diretor-geral da Chana Motors do Brasil, Mohsin Ibraimo, a companhia já faz pesquisas para produzir veículos flex. Tudo para conquistar a simpatia do consumidor brasileiro.

Fonte informativa Meionorte.com e as imagens no google

Video da Nova Strada Adventure Cabine Dupla

Fiat Strada Cabine Dupla chega por R$ 46.440



A Fiat lançou em Foz do Iguaçu, no Paraná, a picape Fiat Strada Cabine Dupla, com espaço para quatro pessoas. O modelo chega na versão única Adventure, com motor 1.8 Flex (de 112 cv a 114 cv) e preço a partir de R$ 46.440, sem incluir os opcionais. Segundo a fabricante, custa R$ 1.900 a mais que a versão similar de Cabine Estendida Adventure Locker. O dispositivo de bloqueio de diferencial passa a ser opcional e custa R$ 1.300.

O design, o acabamento e o painel - que inclui bússola e dois inclinômetros - seguem o mesmo estilo da Strada Estendida Adventure, com algumas pequenas mudanças. A cabine do utilitário é 25 cm maior que a da versão Estendida, o que reduziu o volume da caçamba para 580 litros (até o limite da borda da carroceria) e a capacidade para 650 quilos de carga.

O utilitário vem equipado com o sistema “Easy Entry”, que permite o deslocamento do banco dianteiro para facilitar o acesso dos passageiros ao compartimento traseiro. Depois, basta recuá-lo, que ele volta à posição original no trilho.


Fonte: zap.com.br