Segundo uma fonte ligada a Volkswagen, o próximo laçamento da marca já tem data. A nova geração da picape Saveiro chega ao mercado na segunda quinzena de agosto.


A nova Saveiro, baseada na quinta geração do Gol, mudará completamente, inclusive o nome. Um comunicado enviado em junho pelo Sindicato dos Metalúrgicos sobre a contratação de novos funcionários deixou escapar que o motivo era o aumento da produção de novos modelos na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), como a nova Saveiro, que receberá o nome de Arena.

A próxima geração da picape poderá vir equipada apenas com motor 1.6 Flex e deve contar com versões de cabine simples e estendida.

Até o final do ano a Volkswagen deve lançar mais seis novos modelos.

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Montadoras chinesas instalam fábricas no Brasil




“Aqui o empregado começa com cinco dias de férias por ano. Se ele tem de ir ao médico neste período, ele desconta desses cinco dias"

Investir na construção de uma fábrica em um país que possui 7,4 habitantes por veículo em circulação – que é o caso do Brasil – significa um negócio próspero. Como comparação, nos Estados Unidos há um carro para cada 1,2 habitante. Na vizinha Argentina, há um carro para 4,8 habitantes.

É esse imenso potencial que atrai montadoras do mundo todo ao mercado automotivo brasileiro, inclusive as chinesas. E não é de se espantar que quatro grandes montadoras daquele país já sondem os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Amazonas em busca de incentivos fiscais para instalar fábricas.

Por enquanto, a única com investimento confirmado é a Chery, que já começa a importar do Uruguai o modelo Tiggo para firmar a marca no mercado nacional. São oportunidades para os dois países. O presidente da Câmara de Comércio Brasil e China (CCIBC), Charles Tang, afirma que há dois anos a câmara trabalha na intermediação das negociações. Segundo ele, os estados com mais vantagem para receber a fábrica da Chery são Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pernambuco.


Por trás do negócio está a parceria com o JLJ Grupo, da área de alimentação escolar, prova de que o horizonte do mercado automotivo brasileiro tem despertado interesse de empresas em outros setores. A outra montadora que ensaia desembarcar definitivamente na Zona Franca de Manaus é a Effa Motors. A empresa do uruguaio Eduardo Effa representa a chinesa Changhe e já vende modelos da marca no país. Segundo o empresário, além da ajuda fiscal, a região é vista como um ponto estratégico de logística dos caminhões-cegonha, que fazem a distribuição dos veículos.

Apesar do plano, a instalação da unidade ainda não foi confirmada. Apesar de Charles Tang não revelar quem são as outras empresas interessadas no país, já se fala no setor desde o início do ano de se tratar da BYD Auto e da JAC Motors (Anhui Jianghuai Automobile). Por trás dos projetos, está também o bilionário empresário brasileiro Eike Batista, que atua principalmente no setor de petróleo e mineração. A BYD começou em 1995 com uma pequena unidade na província de Shenzhen, que possuía 30 funcionários para a fabricação de baterias.

Em 2003, já era a segunda maior produtora de baterias recarregáveis do mundo. Assim, decidiu investir no desenvolvimento de veículos híbridos e comprou a montadora Tsinchuan Automobile Company. Seu modelo de maior destaque é o híbrido F3DM. Para 2011, a empresa afirma que reserva o lançamento do primeiro carro elétrico da marca, o E6. A JAC foi fundada em setembro de 1999 e produz de automóveis compactos a caminhões.

Entre os produtos que podem chamar a atenção no mercado nacional estão o monovolume A137, ao estilo do Honda Fit, e o utilitário esportivo Rein, na linha do Hyundai Santa Fé. Dificuldades Trazer uma marca para o Brasil não é tarefa tão fácil. Por isso, empresários brasileiros atuam nos bastidores em defesa das montadoras asiáticas. Com a visão oriental de negócios, o presidente da Câmara de Comércio Brasil e China critica a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) brasileira, que “fomenta a informalidade” devido aos encargos que incidem sobre os contratos.


Além disso, Tang compara também a cobrança de impostos. “Os encargos sociais brasileiros representam 58% do salário de um trabalhador, já os impostos equivalem a 40% do PIB. Na China eles representam apenas 17,5%. Além disso, os juros na China são baixos e o câmbio é favorável à exportação”, explica. “Por enfrentar isso, acho que os empresários brasileiros estão entre os melhores do mundo.” Nesta balança comercial, o que o Brasil tem exportado é know how.

Foi o que levou o brasileiro Gerson Pagnotta assumir o cargo de diretor de engenharia de manufatura na General Motors Shanghai. Seu trabalho é desenvolver em conjunto com a matriz de Detroit a área de manufatura na unidade chinesa. Além da dificuldade da língua – Pagnotta sempre é acompanhado na fábrica por um tradutor — e de se adaptar à comida, o executivo precisa conciliar sua visão de trabalho com a cultura local. “As áreas de foco são diferentes, porque a base de lógica segue fator diferente. Então, precisamos ter muita flexibilidade para conseguir passar a mensagem que queremos”, explica Pagnotta. “Por ser estrangeiro, eles esperam que você seja uma pessoa que ajude. Sabem que temos mais experiência e eles querem que sejamos uma espécie de tutor. Eles prezam muito o trabalho em grupo, no ocidente a postura é mais individualista”, descreve o diretor.

Com nove anos de experiência na China, o gerente de engenharia de manufatura da General Motors Shanghai, Osni Caniato, também foi aplicar no país o que desenvolveu no Brasil. Segundo ele, a visão do trabalhador na China é muito diferente. “Ele precisa de um guia, um líder, para dizer o que fazer.

A partir do momento que ele sabe o que fazer, ele procura executar o serviço da melhor forma possível”, diz o gerente. Caniato – que se impressiona com a segurança e a qualidade de vida de Xangai – ainda estranha as diferenças trabalhistas, assunto polêmico pela visão ocidental. Segundo ele, a lei trabalhista chinesa permite a redução salarial em caso de mudança de função, por exemplo. O número de folgas também é bem diferente em relação ao mundo ocidental. “Aqui o empregado começa com cinco dias de férias por ano. Se ele tem de ir ao médico neste período, ele desconta desses cinco dias.

O máximo que a pessoa consegue de férias é 15 dias por ano”, explica Caniato. A exemplo desses dois executivos, empresas como Volkswagen, Ford, Toyota, entre outras, também contam com a experiência de brasileiros em fábricas chinesas. Afinal, o Brasil já é considerado um pólo de engenharia automobilística. Tanto é que o carro chinês movido a etanol não está tão longe de se tornar real. De acordo com o diretor-geral da Chana Motors do Brasil, Mohsin Ibraimo, a companhia já faz pesquisas para produzir veículos flex. Tudo para conquistar a simpatia do consumidor brasileiro.

Fonte informativa Meionorte.com e as imagens no google

Video da Nova Strada Adventure Cabine Dupla

Fiat Strada Cabine Dupla chega por R$ 46.440



A Fiat lançou em Foz do Iguaçu, no Paraná, a picape Fiat Strada Cabine Dupla, com espaço para quatro pessoas. O modelo chega na versão única Adventure, com motor 1.8 Flex (de 112 cv a 114 cv) e preço a partir de R$ 46.440, sem incluir os opcionais. Segundo a fabricante, custa R$ 1.900 a mais que a versão similar de Cabine Estendida Adventure Locker. O dispositivo de bloqueio de diferencial passa a ser opcional e custa R$ 1.300.

O design, o acabamento e o painel - que inclui bússola e dois inclinômetros - seguem o mesmo estilo da Strada Estendida Adventure, com algumas pequenas mudanças. A cabine do utilitário é 25 cm maior que a da versão Estendida, o que reduziu o volume da caçamba para 580 litros (até o limite da borda da carroceria) e a capacidade para 650 quilos de carga.

O utilitário vem equipado com o sistema “Easy Entry”, que permite o deslocamento do banco dianteiro para facilitar o acesso dos passageiros ao compartimento traseiro. Depois, basta recuá-lo, que ele volta à posição original no trilho.


Fonte: zap.com.br

Vendas de picapes em alta

SÃO PAULO - No mês que vem, chega às lojas a Ranger reestilizada, com mudanças na dianteira. É a segunda novidade mais importante do segmento no ano - em janeiro a Toyota Hilux ganhou motor a gasolina (2.7 de 158 cv). As alterações vêm em boa hora, pois a picape média da Ford está na quarta posição em uma categoria com apenas cinco modelos.

Enquanto no acumulado de janeiro a junho as vendas do segmento cresceram 8,7% (o mercado de automóveis e comerciais leves avançou 4,1%), os números da Ranger caíram 26,5%. Nem mesmo a versão de entrada, Sport cabine-simples, com motor 2.3 a gasolina, a partir de R$ 49.225, mudou esse cenário.

Além da Ranger, apenas a S10 tem opção por menos de R$ 60 mil. A líder Chevrolet (confira no quadro abaixo) é a única com motor flexível (2.4 de até 147 cv).

Com esse propulsor ela parte de R$ 46.927, mas a versão de entrada anda sumida das autorizadas (leia mais no texto à direita).

No ano passado, a GM deu um tapa no visual da S10 e passou a oferecer também a bem equipada versão Executive 2.4 flexível. E as vendas aumentaram.

Crescimento maior teve a Toyota Hilux, vice-líder do setor. O modelo argentino é caro: a tabela da versão de entrada, 2.5 a diesel, cabine-simples, parte de R$ 71.500. A opção a gasolina, mesmo com preço começando em R$ 80.200, impulsionou as vendas do modelo.

Segundo a Toyota, havia demanda por um modelo com propulsor de ciclo Otto. Agora a Hilux detém 26,5% do segmento, ante os 21% de participação no primeiro semestre de 2008.

A Mitsubishi L200, por sua vez, cuja atual geração (Triton) chegou no fim de 2007, se mantém firme na terceira posição desde o ano passado e também registrou crescimento de vendas. A picape com carroceria antiga continua à venda a partir de R$ 78.390. A Triton a diesel sai por R$ 110.170 - a versão a gasolina deixou de ser oferecida para dar lugar ao motor flexível, que chega até o final do ano.

As vendas da lanterninha Nissan Frontier caíram. Nem a chegada da atual geração, no ano passado, deu fôlego ao modelo. Só com motor a diesel e cabine dupla, ela parte de R$ 79.790.

No início do ano que vem a Volkswagen estreará no segmento com a argentina Amarok.

FONTE: Estadão

Novo Ford Fusion 2010 fotos e video

O Ford Fusion é um sedan da Ford que é fabricado na fábrica de Hermosillo no México, o Ford Fusion foi lançado primeiro nos Estados Unidos da América em 2005 com motor V6, porém um ano após seu lançamento a Ford mudou a motorização do Ford Fusion e ele recebeu o motor 2.3L Duratec, o motor Duratec é o mesmo motor que equipa o EcoSport, Ford Mondeo e Ford Focus, a única diferença é que para o Ford Fusion ele recebeu algumas modificações.

O Ford Fusion foi lançado no Brasil em 2006 e já no ano de 2007 o Ford Fusion chegou com o modelo 2008 com novas opções de pintura novos itens de série.

Sensor de estacionamento que é um item que ajudou bastante para estacionar o longo sedã em vagas apertadas, seis Air Bags para proporcionar mais segurança ao motorista e passageiros, sensor de pressão dos pneus que monitora a calibragem dos pneus, novo conjunto de som de alta fidelidade, que proporcionou melhor qualidade, teclado na porta do morotista para abertura sem chaves através de códigos, novas rodas de liga leve aro 17 que proporcionaram um visual mas moderno dando um toque suave de esportividade, novo Ar condicionado digital, bancos e acabamento de todo o interior em couro.

O Ford Fusion tem como principais concorrentes o; Citroën C4 Pallas, GM Vectra Elite, Volkswagen Jetta, Toyota Camry e Honda Accord.
O Ford Fusion está entre os 3 primeiros de sua categoria que tiveram mudanças significativas.

Depois de muita especulação e rumores sobre o futuro do Ford Fusion o sedan vai chegar com muitas mudanças, o novo Ford Fusion começará a ser vendido em a partir do fim de maio de 2009.





Mercedes GL 500 traz sete lugares e 388 cv



Ele estreou no país no Salão do Automóvel de São Paulo em 2006, mas, devido às baixas vendas (o modelo é comercializado somente sob encomenda), pode ser ainda hoje confundido com um lançamento no mercado nacional. Essa é a realidade do GL 500, utilitário esportivo de luxo da Mercedes-Benz avaliado pelo Carro Online. O modelo traz um imponente propulsor V8 5.5 de 388 cv capaz de levar o jipão de 0 a 100 km/h em apenas 6s5 e à máxima de 240 km/h, de acordo com a montadora.

Apesar da motorização e desempenho esportivos, o SUV esbanja, ao longo de seus cinco metros de comprimento, conforto suficiente para uma família de até sete pessoas, oferecendo diversos itens de conforto como duas telas com DVD, câmbio automático 7G-Tronic de 7 velocidades, última fileira de bancos com rebatimento elétrico, ar- condicionado Thermatronic com saídas para diversas zonas, diferentes combinações de acabamento, teto de vidro fixo acima da terceira fileira de bancos, airbags frontais, laterais e de cortina e câmera traseira para auxiliar nas manobras, dentre outros.

Segurança à toda prova

E caso a família decida encarar uma trilha off-road a caminho do sítio, sem problemas. O modelo tem um sistema, denominado Pre-Safe, que traz tração permanente nas quatro rodas, suspensão pneumática com ajuste automático de nível e sistema de amortecimento adaptativo ADS, estabilizador de reboques ESP, sistema de direção hidráulica sensível à velocidade e sistema DSR, que estabelece uma velocidade padrão em descidas.

A despeito de motorização, tamanho e peso (2 370 kg) serem elevados, o carro tem um consumo médio relativamente bom, de acordo com a marca alemã: 7,2 km/l. O modelo demora entre 30 e 60 dias para chegar após a encomenda e custa U$ 194 000 (cerca de R$ 380 000). Segundo a Mercedes, o GL 500 não tem rivais diretos no mercado nacional. O mesmo não ocorre nos Estados Unidos, onde o modelo concorre com grandes utilitários como Cadillac Escalade e Lincoln Navigator.

Imagens Divulgação no carrosonline Terra

G1 andou no utilitário Toyota RAV4

A Toyota comemora este ano os 10 anos da chegada do utilitário esportivo RAV4 ao Brasil. Comercializado em 30 países do mundo, o carro já passou por três transformações desde a chegada em 1999. A última foi no final de 2008. O modelo, que custa a partir de R$ 126,9 mil, cumpre bem o seu papel como opção mais “urbana” para quem quer um SUV com aspecto mais jovem e esportivo e sem os exageros de tamanho do Hilux SW4.

A montadora vendeu 1.577 unidades do RAV4 no ano passado, o que representa 1,08% de participação no mercado de utilitários esportivos. Foi o recorde de desempenho do modelo no país. Em um mercado tão concorrido, que inclui Mitsubishi Pajero, Chevrolet Captiva, Nissan X-Trail, Hyundai Santa Fé e Honda CR-V, entre outros, o RAV 4 figura em 2009 em 16 lugar no ranking de SUVs mais vendidos de acordo com a Fenabrave.

O G1 andou no RAV4 em uma unidade cedida pela Toyota. O utilitário esportivo com motor 2.4 a gasolina apresentou um desempenho muito satisfatório no uso urbano, comprovando a proposta do seu nome – RAV4 é uma abreviação de “Recreational Active Vehicle 4-Wheel Drive”, ou “veículo de recreação ativa com tração nas quatro rodas”.

Até pelo fato de ser menor, com 4.600 mm de comprimento 1.815 mm de largura e 1.720 mm de altura e a distância entreeixos de 2.660 mm, o RAV4 é esteticamente mais bem resolvido que o SW4. Em seu último facelift, o modelo recebeu novos para-choque frontal, grade dianteira, indicadores de seta nos retrovisores, além de rodas aro 17 polegadas e lanternas traseiras romodeladas.

O carro japonês conta com motor 2.4 16V a gasolina. Tem potência de 170 cv e tração 4x4 e transmissão automática de quatro velocidades com controle eletrônico, que seleciona a marcha mais adequada baseado nas condições de inclinação, aceleração, esterço e aderência. O modelo foi projetado em uma plataforma de carro de passeio, que o torna um 4x4 com vocação urbana.


No trânsito, o RAV4 mostra respostas rápidas aos comandos do motorista. O carro é silencioso e a suspensão independente proporciona conforto para quem dirige, mesmo em ruas com asfalto irregular como as das grandes cidades. O para-brisas amplo garante boa visão para o motorista.

O conforto se reforça com equipamentos como ar-condicionado independente para motorista e passageiro, duplo airbag, coluna de direção regulável em altura e profundidade, teto solar elétrico com um toque para acionamento, e uma série de porta objetos. Tem ainda um compartimento no porta-malas para ampliar a capacidade de carga. O estepe com roda de alumínio é coberto com uma capa rígida na cor do veículo, que só pode ser destravada e retirada mediante a abertura da porta traseira, garantindo segurança contra furtos.

Como ponto negativo, o preço elevado em relação à concorrência e o consumo médio de 6 km/l de gasolina, índice que vai contra as campanhas por veículos com mais eficiência no uso do combustível. Algo que a Toyota e as demais montadoras terão de resolver para os seus produtos globais, mas que ainda não é um fator predominante no mercado nacional.


Fonte G1

Uma volta no Palio Weekend Elétrico

Fugir do conceito de carrinho de golfe para desenvolver um carro elétrico que tenha como público empresas atentas ao uso de energia renovável foi a briga comprada pela Fiat, em 2006, quando fechou um acordo com as empresas Itaipu Binacional e a suíça KWO, para o desenvolvimento do Palio Weekend Elétrico. Três anos depois, o supervisor de inovação e veículos especiais da Fiat, Leo Cavaliere, abre as portas do galpão montado dentro do complexo da usina hidrelétrica, em Foz do Iguaçu (PR), e mostra como é o projeto do carro movido totalmente a energia elétrica. O G1 testou o Palio Weekend Elétrico em vias asfaltadas dentro da usina de Itaipu.

A primeira pergunta de qualquer pessoa que liga o carro é: “está ligado mesmo?”. Isso porque o motor elétrico é silencioso — barulho mesmo só se ligar o circulador de ar. Após acostumar com o silêncio, é hora de tirar o carro do lugar. Há uma demora na resposta do carro, mas é a única. No resto do percurso ele tem comportamento semelhante a um carro 1.0 com motor a combustão. Já o funcionamento dos pedais é igual ao de um carro automático.

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