Uno Mille é o primeiro de 31 modelos de cinco montadoras a serem etiquetados com informações sobre o consumo de combustível
RedaçãoO primeiro carro brasileiro a receber a Etiqueta Veicular foi um Uno Mille Way Economy 1.0 Flex durante a cerimônia de apresentação da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) realizada na sede da Fiesp, em São Paulo.
O veículo foi o que apresentou melhor desempenho em sua categoria. A etiqueta veicular graduada de A a E, sendo A a mais econômica, é semelhante ao selo do Inmetro utilizado em eletrodomésticos. Ela indica o desempenho do carro em relação ao consumo de combustível, na estrada e na cidade.
O selo, uma parceria do Inmetro com a Petrobras, permite que o consumidor tenha informações antecipadas de consumo na hora de adquirir um automóvel, facilitando a escolha entre modelos mais econômicos e eficientes. Fiat, Chevrolet, Honda, Kia e Volkswagen se inscreveram no programa e disponibilizarão as informações de consumo e eficiência energética de 31 modelos, sendo que 24 destes poderão sair das fábricas já etiquetados.
A adesão de montadoras e importadoras ao programa é voluntária.Essas informações poderão ser consultadas na etiqueta, afixada opcionalmente pelos fabricantes nos vidros dos carros e os dados também estarão disponíveis na tabela publicada nos sites do Inmetro e do Conpet.
A certificação veicular, lançada em novembro de 2008 no Salão do Automóvel, em São Paulo, incluiu o Brasil na lista dos países preocupados com o uso racional de combustível, como Estados Unidos, Japão, Austrália, China, Canadá, Cingapura e países da União Européia. A experiência mundial mostra que programas desse tipo, voluntários ou não, induzem à fabricação de veículos mais eficientes, beneficiando o consumidor e o meio ambiente.
fonte ig carros.
Escolha o carro pelo consumo
Vendas de automóveis sobem 36% no melhor março; motos avançam 30,45%



MAIS VENDIDOSA lista dos quinze modelos mais bem colocados no ranking de emplacamentos da Fenabrave, em março de 2009, confirma a preferência do consumidor por carros de caráter mais popular em tempos de crédito apertado e gastos definidos na calculadora. À frente, os hatches Volkswagen Gol, Fiat Palio e Mille e Chevrolet Corsa.
Os sedãs médios Honda Civic e Toyota Corolla, que se meteram entre os modelos menores e mais baratos nos últimos meses, foram relegados ao segundo time e apenas fecham a lista dos 15 mais (com o Corolla passando o Civic), somando as categorias automóveis e comerciais leves fica assim (entre parênteses, o acumulado no ano):
1º) Volkswagen Gol - 27.899 unidades (66.848)
2º) Fiat Palio - 19.640 (43.160)
3º) Fiat Mille - 14.964 (37.755)
4º) Volkswagen Fox/CrossFox - 13.481 (28.221)
5º) Chevrolet Celta - 11.370 (28.264)
6º) Chevrolet Corsa sedã/Classic - 10.474 (30.100)
7º) Fiat Strada - 8.103 (18.867)
8º) Fiat Siena - 7.413 (17.988)
9º) Volkswagen Voyage - 7.402 (16.195)
10º) Ford Fiesta hatch - 7.341 (18.009)
11º) Ford Ka - 6.964 (17.953)
12º) Chevrolet Prisma - 5.972 (12.358)
13º) Ford EcoSport - 5.153 (12.036)
14º) Toyota Corolla - 5.094 (10.798)
15º) Honda Civic - 4.866 (13.427)
Fiat Punto. Estilo e elegância
Conjunto mecânicoO segredo do Punto T-Jet é o seu bem ajustado conjunto mecânico. A começar pelo motor 1.4 16V Turbo, desenvolvido e produzido pela FPT Powertrain Technologies. Apesar de estarmos na era do flex, o propulsor funciona apenas com gasolina, mas isso não compromete sua performance. Tem funcionamento macio, com o característico ruído médio-grave dos motores turbo. Até as 1.500 rpm, o comportamento é contido, com respostas um pouco mais lentas. Mas, depois disso, o visor digital do painel começa a mostrar o turbo sendo ativado e, quanto mais o pé afunda no pedal, mais o motorista é pressionado contra o encosto do banco. O giro sobe rápido e é preciso ter controle para não esquecer os limites de velocidade.
Por dentroPara tornar o T-Jet um carro ainda mais agradável de dirigir, falta apenas um banco mais macio. O modelo usado no hatch tem desenho esportivo, com abas laterais que seguram o corpo do piloto nas curvas, mas é um pouco duro e não tem ajuste lombar, provocando certo desconforto depois de alguns quilômetros rodados. O banco do motorista tem ajuste de altura, mesmo recurso disponível para o volante, que pode também ser regulado na distância. Os retrovisores grandes minimizam um pouco o problema da visibilidade traseira, prejudicada pelas colunas largas. O espaço interno não é ponto forte do Punto, que leva com relativo conforto duas pessoas no banco traseiro, onde há três apoios de cabeça, mas o cinto de segurança central é abdominal. O porta-malas é pequeno, mesmo para um esportivo.
Estilo
fonte no ig carros
Possivel União da Fiat e GM na America latina e na Europa
A Fiat poderá voltar a formar uma aliança com a General Motors para operar na Europa e América Latina. A notícia foi dada hoje à tarde pela publicação especializada Automotive News, atribuída a uma fonte não identificada ligada ao grupo italiano.
A associação ocorreria paralelamente à possível união entre a Fiat e a Chrysler e iria resultar na formação do segundo maior grupo automobilístico do mundo, superado apenas pela Volkswagen, que acaba de passar à frente da Toyota.
Segundo a fonte, as negociações com a GM estariam apenas começando. Se reunidas, as vendas da Fiat, Chrysler, Opel-Vauxhall e as filiais latino-americanas da GM em 2008 superam 7,05 milhões de unidades.
O acordo não incluiria a sueca Saab e as operações da marca Chevrolet na Europa.
Volta ao passado? - Há nove anos, a GM comprou 20 por cento das ações da Fiat , então em dificuldades, por US$ 2,4 bilhões, formando uma joint venture nas áreas de compras e powertrain que, no Brasil, resultou na adoção de alguns motores da GM em carros da Fiat. A aliança acabou de forma um tanto conflituosa em 2005, quando a GM teve que pagar à Fiat US$ 2 bilhões para se livrar da obrigação prevista no contrato de comprar os 80 por cento restantes da empresa italiana.



